Inhotim

Essa semana fomos conhecer Inhotim em Minas Gerais, ficamos em Belo Horizonte e passamos um dia em Inhotim.
O Instituto Inhotim foi idealizado pelo empresário mineiro Bernardo de Mello Paz em meados de 1980. O local se tornou um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do mundo além de uma enorme quantidade de espécies de plantas.
Além de galerias, tem diversas obras a céu aberto, paisagismo, uma vegetação exuberante e restaurantes.
O local é enorme, com 3 rotas diferentes, a amarela que deve ser feita a pé, e a rosa e a laranja que podem ser feitas por carrinhos que param em diversos pontos.
O transporte custa 25,00 por pessoa , e a entrada no Instituto custa 25,00 entrada inteira, e 12,50 a meia. O local passou a ser mais conhecido há aproximadamente 10 anos.
Confiram algumas galerias e obras que visitamos.

Começamos pela Galeria Desvio para o vermelho de Cildo Meireles, um local que brinca com diversas sensações, impregnação, com móveis monocromáticos, objetos em diferentes tons de vermelho, o Entorno e Desvio, que seria explicação para a primeira sala dos móveis onde a cor satura a matéria. O artista busca oferecer diversos impactos sensoriais.

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Também de Cildo Meireles, a Galeria Através, onde lida com a maneira de perceber o espaço e o mundo, com materiais e objetos usados para criar barreiras. Convida o visitante a “entrar” na instalação.

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Os azulejos do segundo andar da construção são os Passarinhos- de Inhotim a Demini, criados para mostrar os pássaros da Amazônia, de forma desordenada como aconteciam nas aldeias indígenas.

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Galeria Psicoativa Tunga, um edifício que por si só já chama atenção, com uso de vidro e brises de madeira, tendo 3 andar de exposição, é a maior galeria do Instituto.

   

Beam Drop de Chris Burden, são 71 vigas de aço, que foram locadas durante 12 horas por um guindaste de 45 metros que as lançou em uma poça de concreto fresco.

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O som da terra de Doug Aitken, são diversos amplificadores que emitem o som de 220 metros de profundidade abaixo da terra, é uma sensação inexplicável, sem contar que é em tempo real, o som é impressionante.

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Os globos de Mattew Barney, todinho de vidro, com uma enorme trator “sujo” de terra no meio da galeria.

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Invenção da Cor por Hélio Oiticica, faz parte de um grupo de seis trabalhos que se articulam em torno da praça. Estas obras são propostas de edificações ao ar livre que o artista não chegou a executar em vida, e cujas instruções de realização foram anotas por ele. Os espaços são todos baseados em quadrados oferecendo ao espectador grandes áreas de permanência, colocando-o em contato com a forma, cor e materiais.

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Aqui foram alguns lugares que visitamos, existem muitas outras galerias imperdíveis, uma viagem que vale muito a pena.

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