Bienal de Veneza 2016

A Bienal de Veneza tem mais de um , fundada em 1895, a Bienal tem uma participação atual de mais de 370.000.

A história da Bienal de Veneza remonta a 1895, quando a primeira Exposição Internacional de Arte foi organizada. Na década de 1930 novos festivais nasceram: Música, Cinema e Teatro (o Festival de Cinema de Veneza, em 1932, foi o primeiro festival de cinema). Em 1980 o primeiro Intl. Architecture Exhibition ocorreu e, em 1999 Dança fez sua estréia na Bienal de Veneza.
A Bienal de Veneza foi fundada em 1895 e é agora um dos mais famosos e prestigiados organizações culturais do mundo. Paolo Baratta tem sido o seu presidente desde 2008 e, antes disso, de 1998 a 2000.

Desde 1998 (o primeiro ano da presidência de Paolo Baratta) a Bienal de Arte e a Bienal de Arquitectura já não são simplesmente exposições organizadas com a contribuição de pavilhões nacionais, são erguidas por três pilares:

· As exposições de pavilhões nacionais, cada um com seu próprio curador e projeto

· A Exposição Internacional pelo curador da Bienal, escolhidos especificamente para esta tarefa

· Eventos aprovados pelo curador da Bienal
Este modelo de exposição levou a um pluralismo de expressões: a fim de acomodar-lhes os espaços de exposições que têm crescido.

A Bienal de Arte tem sido reconhecida como a líder mundial em exposições de arte contemporânea e os países participantes aumentou de 59 (em 1999) para 89 em 2015.

Segundo o ArchDaily o tema do pavilhão do Brasil para a Bienal de 2016 já foi escolhido, este busca evidenciar história de pessoas que lutam na passividade institucional das grandes cidades do Brasil.
De acordo com o curador, “a mostra é uma composição dessas trajetórias e parcerias, do processo do encontro do ativista, do lutador, com o arquiteto e com a arquitetura, tornando-se imanados pela elaboração do novo espaço”.

A mostra tem como nome “Juntos”. Segundo Luis Terepins, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, o projeto da participação brasileira desenhado por Fajardo vai ao encontro do tema geral do evento internacional. “Ao estabelecer o diálogo entre a arquitetura brasileira e as discussões contemporâneas de cunho internacional, a Bienal alinha-se com sua missão central de difusão da cultura do país em contexto global”, afirma Terepins.
Mostram processos que falam de arquitetura, patrimônio cultural, urbanismo, tecnologia social, entre outros aspectos.

Acessem: http://www.labiennale.org/en/biennale/index.html


Pavilhão Kosovo – 2014


Pavilão Giardino dell’eden


Pavilhão – Espanha 2013


Pavilhão”Ocupações/Descobertas” Antonio Manuel – Brasil 2015


Pavilhão “A Chave na Mão”, de Chiharu Shiota – China 2015


Pavilhão Mimmo Paladino – Itália 2015


Pavilhão França – Rem Koolhaas 2014


Pavilhão Alemanha- Hans Haacke- 2011

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