Utopie Radicali – Radical Design

A jornada reúne, pela primeira vez em uma única exposição, trabalhos visionários de grupos e personalidades como Archizoom, Remo Buti, 9999, Gianni Pettena, Superstudio, UFO e Zziggurat, em um diálogo caleidoscópico entre objetos de design, video, instalações, performances e narrativas capazes de contar outro mundo possível, um crítico utópico que teve o mérito de romper com o status quo daqueles anos, fazendo de Florença o centro de uma revolução do pensamento que marcou o desenvolvimento das artes ao nível internacional.

Gaetano Pesce – La Mamma (1969)

Lapo Binazzi (UFO) – Paramount 1969-1973

Archzoom Associati- Stoffa Farfalla 1968

A origem do projeto Radical deve ser procurado na experiência de alguns jovens “designer de oposição” que, de acordo com as políticas e estudante lutas cha animar a 1.968 buscar a surgir através do design de objetos bem-humorado e excêntricas nas línguas e formas e recursos inovadores em uso. Objeto da controvérsia é a produção de concepção racionalista, dominante neste período, representado por grandes nomes do estilo italiano que vão se estabelecendo no mundo.

Gianno [Pettena – Rumble Sofa 1966

Archizoom Associati – Mies e Poggiapiedi 1969

Alberto Breschi w/ A. Bagnoli, A. Bigi, F. Ferrari, F. Nappi, M. Tozzi – La città come ambiente significante 1973

O Radical Design, também conhecido como Anti-design ou desenho-Contras, espalha-se inicialmente em Florença com grupos Archizoom e Superstudio, expande influenciar Milan, Europa e, finalmente, toda a cena internacional. Ideias e modelos de referência são o pop art, arte avant-garde (que o projeto Radical leva, pelo menos em sua primeira fase) eo trabalho de Ettore Sottsass que faz a matéria e a cor ferramentas essenciais do projeto, chamado de comunicar emoções. Desde 1970 o projeto radical ganhou amplo espaço nas páginas da revista Casabella, dirigido por Alessandro Mendini que aderiram ao movimento. Outros designers que defendem a vocação experimental e a tarefa de transformação de modelos culturais dos radicais como Gaetano Pesce, Buti, Strum, Dalisi. O movimento acaba em meados dos anos setenta, quando os radicais-designers começam a deixar a experimentação e o avant-garde para inaugurar um novo endereço, o da cooperação pragmática com o mundo da produção. Assim nasceu o neomodernos, ou o design neo-moderno, representada principalmente pela experiência de Alchymia eo estúdio Memphis.

StudioAlchimia – bookshelf

Ettore Sottsass – Rotterdam design boom

Ettore Sottsass – Memphis bookcase

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