Diário de Viagem – Paris

O destino seguinte da minha viagem foi Paris! Considerada a cidade mais romântica do mundo, Paris é linda e apaixonante, e encontramos uma surpresa boa a cada esquina! Foram dias corridos, mas muito proveitosos.

No primeiro dia, fui ao Centro Georges Pompidou, à Catedral de Notre Dame, Champs-Élysées e Moulin Rouge.

O Centro Georges Pompidou é projeto dos arquitetos Renzo Piano e Richard Rogers. É um dos principais exemplos da arquitetura high-tech: suas grandes tubulações aparentes, as escadas rolantes externas e a estrutura em aço caracterizam essa tendência. Nele encontram-se o Musée National d’Art Moderne, a Bibliothèque publique d’information (biblioteca pública de informação), o IRCAM, um centro para música e pesquisas acústicas, entre outros equipamentos culturais.

A identificação da função dos componentes do edifício é feita através da utilização de cores específicas. A estrutura e os maiores componentes de ventilação estão pintados de branco. Estruturas de escadas e elevadores, em prateado. Elementos de ventilação, em azul; instalações hidráulicas e de incêndio, em verde; elementos do sistema elétrico são amarelos e laranjas; e os elementos relacionados com a circulação pelo edifício estão pintados de vermelho – sendo o principal deles a escada externa da fachada oeste, pintada de vermelho nos seus planos inclinados inferiores, que possibilita uma surpreendente vista de Paris.

A Catedral de Notre Dame é uma das catedrais góticas mais antigas do mundo e é um dos principais símbolos da cidade. A entrada na catedral é gratuita, mas é possível subir às torres e ir às criptas, que custa 8,50 euros e 7 euros, respectivamente.

A Champs-Élysées é a avenida mais famosa e bonita de Paris, que tem 71 metros de comprimento e forma o eixo histórico de Paris. Em 1724, a avenida adquiriu seu traçado atual e em 1884 foi feita uma importante remodelação que melhorou consideravelmente seu aspecto. Na atualidade, é um espaço importanteno que diz respeito às compras, além de ser um dos lugares mais bonitos de toda a cidade para passear.

A avenida está dividida em duas: a zona mais baixa, situada junto à Praça Concorde, está rodeada de jardins presididos por imponentes edifícios, como o Palácio do Descobrimento, o Petit Palais e o Grand Palais e a parte alta, que começa na Place de l’Etoile, junto ao Arco do Triunfo, e está composta por lojas de luxo, restaurantes, cinemas e algumas lojas de departamento.

No fim do dia, fui à região de Montmartre conhecer o famoso cabaré Moulin Rouge,  famoso pelo grande moinho vermelho em sua fachada. O Moulin Rouge é um símbolo emblemático da noite parisiense, e tem uma rica história ligada à boémia da cidade. De lá, fui tomar um chá no Café Deux Moulins, o café do filme O fabulo destino de Amelie Poulain.

A manhã do segundo dia ficou reservada para conhecer o Museu do Louvre, que já falamos sobre nesse post aqui. Em seguida, fui passear no Jardim de Luxemburgo, um dos mais bonitos da cidade, cujo traçado foi dado por Haussmann. O jardim possui  22 hectares de canteiros floridos, árvores, lagos, espaços lúdicos para as crianças, praça de esportes para adultos. O jardim conta com muitas cadeiras em volta de seus canteiros de flores. Como fui no outono, as árvores estavam todas amarelinhas ou já sem folhas, acredito que na primavera seja realmente incrível!

O último dia na cidade ficou guardado para a protagonista: a Torre Eiffel. A Torre Eiffel se ergueu no céu de Paris no fim do século XIX. Símbolo do país, esta obra, inicialmente, não estava prevista para durar: foi construída como o arco de entrada da Exposição Universal de 1889 e seria desmontada. A torre possui 324 metros de altura e tem três níveis para os visitantes.

Em seguida, visitei a fundação Louis Vuitton, que já falamos nesse post.

Paris é uma cidade linda, mas meus dias acabaram sendo muito corridos. Acredito que vale a pena ficar pelo menos uns 5 dias na cidade para conseguir aproveitar tudo que a cidade luz tem pra oferecer!

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