Diário de Viagem – Londres

No início de novembro visitei pela segunda vez Londres, que talvez seja minha cidade preferida até hoje! A vida agitada, a paisagem cinza e tanta história… Não é à toa que a cidade tem uma quantidade gigantesca de atrações.

Não tinha muitos dias na cidade, então comecei o primeiro dia com passeios clássicos: O Parlamento Britânico, a Abadia de Westminster,  Tower Brigde, e no fim do dia Oxford Street.

Já falamos sobre o edifício do Parlamento e da Abadia de Westminster nesse post. A Tower Bridge é considerada a mais bela ponte de Londres e tem mais de 120 anos. Inaugurada em 1894, sobre o rio Tâmisa, a ponte localiza-se ao lado da Tower of London e possui 244 metros de comprimento, além de duas torres, cada uma com 65 metros de altura. A Tower Bridge é uma ponte basculante, e se eleva cerca de 1000 vezes por ano para a passagem de embarcações no rio. A ponte também conta com uma exposição permanente sobre sua história, a Tower Bridge Exhibition, que custa certa de 10 libras. Além disso, a vista lá de cima é incrível! A ponte por si só já uma obra de arte!

A Oxford Street é a rua comercial mais movimentada de toda a Europa, praticamente um shopping a céu aberto. Lá, é possível encontrar todo tipo de lojas (são mais 300) e é um bom destino na hora de fazer compras. Vale a pena perder umas horas por lá!

No segundo dia, optei por seguir um roteiro que fazia Trafalgar Square, Leicester Square, Chinatown, Soho e Covent Garden à pé. Apesar de não seguir ele completamente, foi um bom guia pra mim. Você pode encontrar esse roteiro aqui.

Trafalgar Square é considerada o coração de Londres, e ela celebra a Batalha de Trafalgar, em 1805. Além de ser palco de muitos eventos, é também o centro da democracia, onde acontecem protestos. Nela, fica localizada a Coluna de Nelson, que é um dos símbolos de Londres. Além disso, há nela uma escadaria que liga a Praça à National Gallery, a maior pinacoteca do Reino Unido, que abriga cerca de 2300 obras de artistas europeus e foi inaugurada em 1838.

Leicester Square é o palco das pré-estreias: nela, está localizado o Odeon, um cinema com capacidade para 1683 pessoas. É conhecida como reduto boêmio da cidade, e possui uma enorme quantidade de bares, pubs e baladas.

Passando Chinatown e Picadilly Circus – famosa praça londrina, caracterizada pelas grandes telas iluminadas – cheguei ao Soho, um dos bairros mais famosos da cidade. Cheio de restaurantes de todos os tipos e para todos os gostos, além de lojinhas e muitas feiras de comidas e frutas e legumes orgânicos. A área já foi considerada a “red light district”  e hoje, as inúmeras sex-shops convivem com supermercados e restaurantes.

Por fim, fui à praça central de Covent Garden, que abriga três mercados: o Apple Market,  East Collonnade Market e Jubilee Market. Trata-se de um dos mercados mais atraentes da Europa. A construção do século XIX abriga grandes lojas, como uma Chanel e a Apple Store, além de uma série de restaurantes e feiras de artesanato e souvenires de todo tipo! O passeio por lá vale muito a pena!

No meu último dia na cidade fui à um dos meus bairros preferidos: Notting Hill. As ruas com as casinhas com portas coloridas e a grande feira que acontece em Portobello Road são as marcas registradas do bairro que ficou famoso pelo filme “Um lugar chamado Notting Hill”. A feira – Portobello Market – tem de tudo! Desde comidas incríveis até antiguidades e roupas. Além disso, as ruas são incrivelmente charmosas! Parece que você está em um filme! Um dos antiquários mais famosos de lá se chama “Alice” e fica em uma casa vermelha em uma esquina: impossível não achar! Incrível!!!

Londres é uma cidade imperdível!! Recomendo sempre e muito!

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